sexta-feira, 26 de junho de 2009

CPI da Corrupção do governo Yeda

Mais uma forma de mobilizar
"Os deputados estaduais estão na rua conversando e pedindo assinaturas do povo para mobilizarmos pela CPI da Corrupção na Assembléia Legislativa. Nós demos um jeito de, desde Brasília, ajudar. Ontem, conversando com os guris e com a UJS, tivemos a idéia de usar a internet, essa ferramenta tão ágil, para ajudar na coleta de assinaturas. Criamos uma petição online. Todos podem assinar, mesmo antes dos deputados estaduais do PCdoB, PSB e PT chegarem ao interior. Assim, quem como eu, não está em Porto para ir ao Glênio Peres, pode ser solidário e entrar na luta!"
Deputada Federal Manuela D'Ávila, em seu blog
O endereço da petição online é www.petitiononline.com/cpiyeda

Divulguem, ajudem, vamos fazer do ambiente virtual um ambiente de luta.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Nação Hip Hop Brasil

Nação Hip Hop ocupa Câmara de Vereadores de Santa Maria


Movimento Nação Hip Hop Brasil de Santa Maria/RS ocupa Câmara dos Vereadores para reivindicar um ônibus da cidade para o 1º Encontro Estadual do Hip Hop, que vai acontecer em PoA, dia 13 de junho. Leia a íntegra do documento abaixo.





1º Encontro Estadual acontecerá em comemoração à lei estadual do Hip Hop

Apresentação e história do hip hop

"Gostaríamos de cumprimentar o presidente da Câmara municipal de vereadores de Santa Maria, vereador João Carlos Maciel, os demais vereadores, o movimento GLBT, o Movimento Negro de Santa Maria, a Associação de Esportes e Lazer do Parque Itaimbé (ADESC), a União das Associações Comunitárias de Santa Maria (UAC), o DCE da UFSM, a Nação Hip Hop Brasil de Santa Maria e os demais, muito boa tarde a todos. O Movimento da Cultura Hip-Hop de Santa Maria se faz presente hoje nesta casa em nome da juventude periférica adepta do Hip-Hop, movimento cultural surgido no final da década de 60 pelo negro Áfrika Bambaata, que, através da dança (break), música rap (dj,mc), e artes plásticas (graffitti) promovia uma grande discussão sobre direitos humanos onde os marginalizados da sociedade de Nova York se articularam para fazer valer suas propostas na eliminação de suas inquietações. Inspirados por grandes líderes negros como Martin Luther King, Malcolm X e grupos como os Panteras Negras, o movimento Hip-Hop se consolidou como movimento social e político, expandindo sua mensagem de alto teor de transformação para todas as partes do mundo.


No Brasil o hip-hop surgiu na década de 80 tendo como pioneiros Nelson Triunfo, Thaide & DJ hum, MC/DJ Jack, Os metralhas,Racionais MC’s, Jabaquaras Breaks e muitos outros. Baseado nos ideais do movimento norte-americano o Hip Hop chega ao Brasil adquirindo uma identidade nacional e direcionando suas lutas contra o preconceito racial e social, as precárias condições de vida do povo da periferia, a criminalidade e a falta de oportunidade aos jovens pobres. Hoje o movimento da cultura hip-hop é considerado o maior movimento social urbano do Brasil. Organizações como CUFA(central única das favelas),MH2O(Movimento Hip Hop Organizado),Nação Hip-Hop Brasil,Zulu Nation Brasil e muitas outras além de manter vivo o espírito de luta, contestação, denúncia, informação, conhecimento, atuam possibilitando aos jovens marginalizados brasileiros a valorização do ser humano, o resgate da auto-estima,a criticidade, a sensibilidade artística, a formação política e cidadã, a inclusão social e o protagonismo juvenil em ações concretas.

O Hip Hop Santamariense e suas ações


Em Santa Maria a cultura hip-hop se fez presente desde o início da década de 90 através do break(dança).O grupo Black BIRD RAP Show foi pioneiro no cenário hip-hop local unindo a música(rap)e a dança(break). Birds MC’s,Tráfico legal,Clã de MC’s, Atitude Consciente, Seqüestro Cerebral, Realidade das Ruas, DJ Buiu, Rajada Verbal, Faccionários, Fortes Mentes, De La Sul , Das Mina, FEM, Filhas do Caos, Minas na Área, Mentes do Rap, Sacerdote, Rima Suprema, Comando Central, Conexão Zona Oeste, Guerrilheiros da Perifa, Operários do Flow, Mensageiros do Rap, Admirável Minas Rap, Jotace DG, Janna, Suspeito nº1, Ministério da Rima, Herdeiros da Fé, Exercito de Pensadores, todos esses grupos fizeram e fazem parte da existência do cenário hip-hop de Santa Maria mesmo que muitos destes grupos não existam mais.O mais certo dizer que existem artistas militantes com garra,coragem,consciência e o mesmo espírito de luta dos pioneiros da cultura Hip Hop no Brasil.

Para exemplificarmos algumas das diversas ações onde representamos participativamente nossa cultura e nossos ideais,citamos:a nossa presença em três associações comunitárias de Santa Maria;o programa Rádio Perifa,veiculado a Rádio Comunitária Nova Santa Marta; a I Conferencia de Políticas Públicas para a Juventude de Santa Maria onde elegemos um delegado para e a Conferencia Nacional em Brasília, a Feira Internacional de Cooperativismo de 2008, onde comercializamos a primeira coletânia de rap produzido em Santa Maria chamada União Santamariense de Rua; o fórum mundial de educação de 2008,onde gerimos diversas oficinas;a II conferencia regional da igualdade racial;a feira do livro de Santa Maria,a presença de um dos nossos militante no diretório central dos estudantes gestão 2008/2009;o projeto escola aberta do colégio Augusto Ruschi;o evento beneficiente Guerrilha da Paz;o projeto Roda da Imaginação; a Associação de Esporte e Cultura do Parque Itaimbé ,o CEDEDICA;o Centro de Comunicação e integração para jovens e adolescentes,a presença no centros sociais Marista e Madre Francisca;o apoio ao movimento GLBT,ao programa de Redução de danos de Santa Maria,entre outras coisas.


Encontro Estadual de Hip Hop


Este ano o Movimento Hip Hop do Rio Grande do Sul realizará o 1ºEncontro Estadual do Hip Hop, em Porto Alegre-RS onde estarão presentes lideres, artistas e ativistas bem como diversas iniciativas que visam promover a expansão da cultura hip-hop através da lei estadual 13.043 que institui a semana estadual do Hip Hop, aprovada no dia 30 de Setembro de 2008. Compreendemos que mais do que nunca é necessária a materialização deste importante instrumento legal que necessita sair do papel pra vida. O Movimento hip hop, em seu estágio atual de crescimento, maturidade, protagonismo e reconhecimento tem agora a possibilidade de realizar ações concretas com esse objetivo.

Neste sentido,buscamos hoje,neste espaço,sensibilizar os representantes da necessidade de participarmos deste evento pois entendemos que a falta de informação e alienação nos torna fracos e é compromisso nosso ir em busca do conhecimento para podermos alimentar mentes carentes de informação. Não queremos apenas representar nossa cidade e divulgar nossas ações e sim congregar diferentes posicionamentos políticos e ideológicos, estabelecer relações com as cidades onde o Hip Hop atua,estar a par das mais recentes iniciativas nas áreas de saúde ,políticas públicas,educação, segurança, cultura, geração de trabalho e renda, protagonismo juvenil, sexualidade, comunicação e organização civil e todas as áreas onde o Hip Hop está inserido.


Por essa razão o Movimento da cultura Hip Hop de Santa Maria aposta na compreensão dos representantes do povo Santamariense sobre a importância desse momento histórico para a nossa juventude. A juventude é um elo entre a cidade que temos e aquela que devemos construir. A juventude sozinha não vai transformar a cidade mas ao mesmo tempo é impossível imaginar qualquer transformação profunda sem a atuação da juventude".


Nação Hip Hop Brasil de Santa Maria/RS

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Combate ao racismo

UFSM realiza debate preparatório ao II ENUNE


DCE da UFSM realizou debate preparatório para o II Encontro Nacional de Estudantes Negros e Cotistas da União Nacional dos Estudantes (ENUNE), que reunirá jovens de diversas regiões do país durante os dias 05, 06, e 07 de junho na faculdade de Arquitetura da UFBA, em Salvador.

Na foto, a liderança do movimento negro Jorge Marinho (à esquerda) e o coordenador geral do DCE Anderson Machado (à direita), debatem sobre os impactos da adoção das Políticas Afirmativas de reserva de vagas na Federal de Santa Maria.
Desde 2008, uma política de reserva de vagas no sistema de acesso a Universidade Federal de Santa Maria foi implementado. 20% de todas as vagas deveria ser reservada para estudantes de escola pública, 10% para afrodescendentes, 5% para pessoas com necessidades físicas especiais, e 5 vagas para indígenas. Boa parte das Universidades do país adotam alguma modalidade de reserva de vagas.
Para discutir os impactos que o primeiro anos de reserva de vagas - que foi uma conquista obtida com a luta do movimento estudantil e do movimento negro - estudantes e comunidade se reuniram no Auditório Sérgio Pires hoje (28/05), para avaliar essas políticas.
Vários desafios estão levantados nesse novo cenário da universidade, entre eles o do melhor equacionamento das cotas, que precisam servir para democratizar, e não restringir o acesso; o desafio da permanência, uma vez que um público mais pobre entrando na universidade precisa de um Programa de Assistência Estudantil ampliado, dentre tantos outros.
O debate foi preparatório para II Encontro Nacional de Estudantes Negros e Cotistas da União Nacional dos Estuidantes (ENUNE).
Para saber maiores informações sobre o ENUNE, clique aqui.
Para acessar o blog da Diretoria da UNE de combate ao racismo, clique aqui.


segunda-feira, 13 de abril de 2009

Movimento Hip Hop

Uma Guerrilha pela paz


Movimento Hip Hop de Santa Maria/RS em parceria com Associação Comunitária do Bairro Tancredo Neves realizam no próximo sábado (18/04), às 16h, no Ginásio Oreco, o 1º Encontro Guerrilha da Paz. O evento reunirá grupos de rap, b. boys, grafiteiros de SM e PoA, e terá como entrada 1 kg de alimento não perecível. O Encontro conta com o apoio do CUCA da UFSM, e terá a presença do rapper White Jay, apresentador do Programa Hip Hop Sul, que discutirá com a rapa a importância de oportunidades para os jovens para combater a violência.

A paz é o tema central do evento que pretende reunir os quatro elementos do hip hop de Santa Maria/RS no próximo sábado, dia 18 de abril, a partir das 16h, no Ginásio Oreco, na Avenida Paulo Lauda do Bairro Tancredo Neves. “O hip hop é sempre discriminado como coisa de bandido, que gera violência. Queremos dizer que lutamos pela paz”, resume Igor, o Magrão, um dos organizadores do evento. “Vamos ter um espetáculo de hip hop, com os quatro elementos presentes, graças a toda a galera que se juntou e acreditou nesse evento”, explica Magrão.


“A Associação Comunitária da T. Neves foi muito importante, conseguiu o espaço. O pessoal do CUCA também se somou e deu apoio no som”, explica Gabriela, que apesar de não se considerar do movimento Hip Hop, correu junto na organização. “Eu tô pelo que é certo”, afirma ela.


“O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFSM, através do recém criado Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), está apoiando o evento porque acredita no potencial do Hip Hop de unir a juventude das comunidades para mudar o cenário de vulnerabilidade social que é um dos principais causadores da violência urbana. A gente acha que a idéia de guerrilha pela paz está associada a luta da juventude por mais oportunidades de emprego, educação e cultura”, afirma Luciele Fagundes, do Diretório Central dos Estudantes da UFSM.


“A idéia de guerrilha pela paz dos meninos do Hip Hop é ótima. O tema da violência está na mídia. E como é que se luta pela paz? Eu não vejo outra forma senão garantindo políticas públicas para essa juventude de nossas comunidades”, afirma João Mauricio, integrante da Associação Comunitária da T. Neves.


“O Hip Hop está dando o recado que a violência urbana se resolve com oportunidade para a juventude e não com mais cadeia, com mais repressão, como aqueles que acham que a solução é a redução da maioridade penal, por exemplo. Precisamos de mais educação, e não de mais camburão”, afira White Jay, apresentador do Programa Hip Hop Sul da TVE, e presidente estadual da Nação hip Hop Brasil, que estará presente no evento. O rapper, que integra o grupo CPI (Companhia Pesada do Improviso), está ansioso para participar do evento. “Essa rapa de Santa Maria tem gás e capacidade de organização. Vamos colar junto, mandar o som e trocar ideias” complementa.

terça-feira, 31 de março de 2009

CUCA DA UNE

XIX Nossas Expressões marca inauguração do CUCA em Santa Maria/RS

Terminou neste domingo dia 29 de março em grande estilo o Festival Nossas Expressões, promovido pelo Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Com shows musicais, peças de teatro, exposições, oficinas e debates em torno do tema "Cultura pra Quê(m)?", a 19ª edição do projeto marcou a inauguração na UFSM de um Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), da União Nacional dos Estudantes (UNE).



O domingo de encerramento do Festival se deu em grande estilo, tendo como local o Parque Itaimbé. A unidade da diversidade marcou as atrações do Nossas Expresões. Estilos variados de expressão - punk, blues, música clássica, reggae, grunge, teatro, percussão, hip hop,dança árabe, dança de rua - pisram o mesmo palco, atraindo tribos e galeras diferentes que coexistiram o mesmo lugar sem qualquer atrito registrado. "Não precisamos de policiamento" comentou Andressa, estudante de Artes Visuais e uma das organizadoras do Festival e do CUCA da UFSM. "A galera coexistiu numa boa, respeitou o tempo de apresentação e possibilitou um espetáculo de diversidade", comemora.

O clima dos organizadores ao final do evento era mesmo de entusiasmo e euforia, apesar de muito cansaço. "Dormimos muito pouco nos últimos dias, mas valeu a pena. O que a gente construiu no Nossas Expressões pretendemos dar continuidade com o CUCA. A ideia é de colocar lado a lado expressões artísticas acadêmicas e não-acadêmicas, para criar juntos mecanismos de fortalecimento da produção da cultura local" ressalta Matias Rempel, estudante de História e organizador do evento. Para se increver no Festival, havia uma exigência de que houvesse pelo menos 70% de produções de autoria própria. "Queríamos dar evidências às produções locais mesmo, e não estimular covers de sucessos comerciais" explica Mary Kauffmann, estudante de Engenharia Florestal e uma das coordenadoras do DCE.

Um dos pontos altos do Festival foi a visita na UFSM de índios guarani e kaingáng. Além de proporcionarem um espetáculo de dança indígena, as tribos participaram de um grupo de discussão sobre a cultura indígena, dentro da discussão sobre as cotas sociais, que proporcionam cinco vagas para índios. "A presença massiva de indígenas no campus foi um choque para muitos estudantes. Um choque positivo, que serviu para mostrar que a raça indígena, assim como a negra, estão sub-representadas na Universidade", ressalta Luciele Fagundes, estudante de geografia e integrante do DCE.

INAUGURAÇÃO DO CUCA
Regado a vinho, cuca italiana, risos e debates, rolou a inauguração do Centro Universitário de Cultura e Arte da UNE na UFSM. O espaço destinado ao CUCA fica na Casa do Estudante Universitário I, na Rua Prof. Braga, mesmo espaço onde ocorre a já tradicional boate do DCE. O evento de inauguração aconteceu no sábado, dia 28 de março, e contou com a presença de Alemão Naumild, um dos responsáveis pela realização do CUCA no RS. Naumild apresentou o CUCA, contou um pouco de sua história, e de seus propósitos. "É um marco a gente estar inaugurando um CUCA aqui numa Casa de Estudante, pois a história da UNE se confunde com a história das casas de estudante", ressalta Alemão. "Acho que Santa Maria tem muito a contribuir com o CUCA, e o CUCA tem muito a contribuir com Santa Maria. Acho que o XIX Nossas Expressões teve muito do espírito do CUCA, que é articular expressões culturais de dentro e de fora da universidade, procurando promover a cultura popular, que está sempre na luta por espaço", avalia Naumild, que fez questão de ficar para conhecer a boate do DCE e para o evento de encerramento do Festival, que ocorreria domingo. "Vamos conhecer a festa dos estudantes daqui", sorri Alemão.

A coordenação do CUCA na UFSM fica a cargo das estudantes de Artes Visuais Andressa e Andressa Crossetti, e do estudante de história Matias Rempel. "Queremos ampliar essa energia que rolou no Festival e articular com os outros CUCAs do país", resume Andressa Crossetti. Sucesso e vida longa ao CUCA Santa Maria!

SAIBA MAIS SOBRE O CUCA AQUI

sexta-feira, 13 de março de 2009

Rádios Comunitárias

Rádio Perifa (89.3 FM): Aqui os manos e as minas têm voz!


A Rádio Nova Santa Marta(89.3 FM), de Santa Maria/RS é comunitária como tantas que existem. Irradia as expressões da gente humilde de uma das maiores ocupações urbanas do país. O programa Rádio Perifa, dos rappers Magrão e MC Borracha, procura ser a voz dos manos e das minas da periferia, todos os domingos, das 18 às 19h.



Na foto, MC Borracha (ao centro) e Magrão (à dir.), apresentadores do Rádio Perifa, do 89.3 FM de Santa Maria/RS



Acabei de conversar por telefone com os rappers MC Borracha e Magrão, que tem um grupo de rap intitulado “Guerrilheiros da Perifa”. Eles são do Alto da Boa Vista, uma das sete vilas que compõem o Bairro Nova Santa Marta, em Santa Maria/RS.



Eles estão muito animados com o Programa de rádio que estão fazendo na Rádio Nova Santa Marta (89.3 FM). O programa é exibido ao vivo todos os domingos, das 18 às 19h. “Nas rádios comerciais não toca rap nem funk, mas aqui os manos e as minas têm voz”, garantem os organizadores do programa. A idéia do programa é valorizar as produções das pessoas da periferia.



Segundo Borracha e Magrão, o Rap é uma manifestação da periferia que ainda é muito criminalizada pela grande mídia. A idéia de que “rap é coisa de bandido” ainda é dominante. Na Rádio Perifa, a idéia é mostrar a verdadeira cara do rap. Sobre a mídia burguesa que ainda trata o rap como coisa de bandido, Borracha e Magrão disparam o verbo: “se ser bandido é lutar pelo povo e família e pelo direito de viver com dignidade e acima de tudo igualdade, então vocês podem nos considerar os maiores bandidos de Santa Maria”.





Mais democracia para as rádios comunitárias

No Fórum Social Mundial, que ocorreu recentemente em Belém, o governo Lula prometeu a realização de uma Conferência Nacional de Comunicação. Já estava mais do que na hora. É preciso construir uma outra política de comunicação que garanta espaço para as rádios comunitárias. Hoje em dia, elas são muito perseguidas e tratadas como criminosas.