Divulguem, ajudem, vamos fazer do ambiente virtual um ambiente de luta.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
CPI da Corrupção do governo Yeda
Divulguem, ajudem, vamos fazer do ambiente virtual um ambiente de luta.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Nação Hip Hop Brasil

O Hip Hop Santamariense e suas ações
Encontro Estadual de Hip Hop
Este ano o Movimento Hip Hop do Rio Grande do Sul realizará o 1ºEncontro Estadual do Hip Hop, em Porto Alegre-RS onde estarão presentes lideres, artistas e ativistas bem como diversas iniciativas que visam promover a expansão da cultura hip-hop através da lei estadual 13.043 que institui a semana estadual do Hip Hop, aprovada no dia 30 de Setembro de 2008. Compreendemos que mais do que nunca é necessária a materialização deste importante instrumento legal que necessita sair do papel pra vida. O Movimento hip hop, em seu estágio atual de crescimento, maturidade, protagonismo e reconhecimento tem agora a possibilidade de realizar ações concretas com esse objetivo.quinta-feira, 28 de maio de 2009
Combate ao racismo
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Movimento Hip Hop
A paz é o tema central do evento que pretende reunir os quatro elementos do hip hop de Santa Maria/RS no próximo sábado, dia 18 de abril, a partir das 16h, no Ginásio Oreco, na Avenida Paulo Lauda do Bairro Tancredo Neves. “O hip hop é sempre discriminado como coisa de bandido, que gera violência. Queremos dizer que lutamos pela paz”, resume Igor, o Magrão, um dos organizadores do evento. “Vamos ter um espetáculo de hip hop, com os quatro elementos presentes, graças a toda a galera que se juntou e acreditou nesse evento”, explica Magrão.
“A Associação Comunitária da T. Neves foi muito importante, conseguiu o espaço. O pessoal do CUCA também se somou e deu apoio no som”, explica Gabriela, que apesar de não se considerar do movimento Hip Hop, correu junto na organização. “Eu tô pelo que é certo”, afirma ela.
“O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFSM, através do recém criado Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), está apoiando o evento porque acredita no potencial do Hip Hop de unir a juventude das comunidades para mudar o cenário de vulnerabilidade social que é um dos principais causadores da violência urbana. A gente acha que a idéia de guerrilha pela paz está associada a luta da juventude por mais oportunidades de emprego, educação e cultura”, afirma Luciele Fagundes, do Diretório Central dos Estudantes da UFSM.
“A idéia de guerrilha pela paz dos meninos do Hip Hop é ótima. O tema da violência está na mídia. E como é que se luta pela paz? Eu não vejo outra forma senão garantindo políticas públicas para essa juventude de nossas comunidades”, afirma João Mauricio, integrante da Associação Comunitária da T. Neves.
“O Hip Hop está dando o recado que a violência urbana se resolve com oportunidade para a juventude e não com mais cadeia, com mais repressão, como aqueles que acham que a solução é a redução da maioridade penal, por exemplo. Precisamos de mais educação, e não de mais camburão”, afira White Jay, apresentador do Programa Hip Hop Sul da TVE, e presidente estadual da Nação hip Hop Brasil, que estará presente no evento. O rapper, que integra o grupo CPI (Companhia Pesada do Improviso), está ansioso para participar do evento. “Essa rapa de Santa Maria tem gás e capacidade de organização. Vamos colar junto, mandar o som e trocar ideias” complementa.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
CUCA DA UNE
O domingo de encerramento do Festival se deu em grande estilo, tendo como local o Parque Itaimbé. A unidade da diversidade marcou as atrações do Nossas Expresões. Estilos variados de expressão - punk, blues, música clássica, reggae, grunge, teatro, percussão, hip hop,dança árabe, dança de rua - pisram o mesmo palco, atraindo tribos e galeras diferentes que coexistiram o mesmo lugar sem qualquer atrito registrado. "Não precisamos de policiamento" comentou Andressa, estudante de Artes Visuais e uma das organizadoras do Festival e do CUCA da UFSM. "A galera coexistiu numa boa, respeitou o tempo de apresentação e possibilitou um espetáculo de diversidade", comemora.
O clima dos organizadores ao final do evento era mesmo de entusiasmo e euforia, apesar de muito cansaço. "Dormimos muito pouco nos últimos dias, mas valeu a pena. O que a gente construiu no Nossas Expressões pretendemos dar continuidade com o CUCA. A ideia é de colocar lado a lado expressões artísticas acadêmicas e não-acadêmicas, para criar juntos mecanismos de fortalecimento da produção da cultura local" ressalta Matias Rempel, estudante de História e organizador do evento. Para se increver no Festival, havia uma exigência de que houvesse pelo menos 70% de produções de autoria própria. "Queríamos dar evidências às produções locais mesmo, e não estimular covers de sucessos comerciais" explica Mary Kauffmann, estudante de Engenharia Florestal e uma das coordenadoras do DCE.
Um dos pontos altos do Festival foi a visita na UFSM de índios guarani e kaingáng. Além de proporcionarem um espetáculo de dança indígena, as tribos participaram de um grupo de discussão sobre a cultura indígena, dentro da discussão sobre as cotas sociais, que proporcionam cinco vagas para índios. "A presença massiva de indígenas no campus foi um choque para muitos estudantes. Um choque positivo, que serviu para mostrar que a raça indígena, assim como a negra, estão sub-representadas na Universidade", ressalta Luciele Fagundes, estudante de geografia e integrante do DCE.
INAUGURAÇÃO DO CUCA
Regado a vinho, cuca italiana, risos e debates, rolou a inauguração do Centro Universitário de Cultura e Arte da UNE na UFSM. O espaço destinado ao CUCA fica na Casa do Estudante Universitário I, na Rua Prof. Braga, mesmo espaço onde ocorre a já tradicional boate do DCE. O evento de inauguração aconteceu no sábado, dia 28 de março, e contou com a presença de Alemão Naumild, um dos responsáveis pela realização do CUCA no RS. Naumild apresentou o CUCA, contou um pouco de sua história, e de seus propósitos. "É um marco a gente estar inaugurando um CUCA aqui numa Casa de Estudante, pois a história da UNE se confunde com a história das casas de estudante", ressalta Alemão. "Acho que Santa Maria tem muito a contribuir com o CUCA, e o CUCA tem muito a contribuir com Santa Maria. Acho que o XIX Nossas Expressões teve muito do espírito do CUCA, que é articular expressões culturais de dentro e de fora da universidade, procurando promover a cultura popular, que está sempre na luta por espaço", avalia Naumild, que fez questão de ficar para conhecer a boate do DCE e para o evento de encerramento do Festival, que ocorreria domingo. "Vamos conhecer a festa dos estudantes daqui", sorri Alemão.
A coordenação do CUCA na UFSM fica a cargo das estudantes de Artes Visuais Andressa e Andressa Crossetti, e do estudante de história Matias Rempel. "Queremos ampliar essa energia que rolou no Festival e articular com os outros CUCAs do país", resume Andressa Crossetti. Sucesso e vida longa ao CUCA Santa Maria!
SAIBA MAIS SOBRE O CUCA AQUI
sexta-feira, 13 de março de 2009
Rádios Comunitárias

Na foto, MC Borracha (ao centro) e Magrão (à dir.), apresentadores do Rádio Perifa, do 89.3 FM de Santa Maria/RS
Acabei de conversar por telefone com os rappers MC Borracha e Magrão, que tem um grupo de rap intitulado “Guerrilheiros da Perifa”. Eles são do Alto da Boa Vista, uma das sete vilas que compõem o Bairro Nova Santa Marta, em Santa Maria/RS.
Eles estão muito animados com o Programa de rádio que estão fazendo na Rádio Nova Santa Marta (89.3 FM). O programa é exibido ao vivo todos os domingos, das 18 às 19h. “Nas rádios comerciais não toca rap nem funk, mas aqui os manos e as minas têm voz”, garantem os organizadores do programa. A idéia do programa é valorizar as produções das pessoas da periferia.
Segundo Borracha e Magrão, o Rap é uma manifestação da periferia que ainda é muito criminalizada pela grande mídia. A idéia de que “rap é coisa de bandido” ainda é dominante. Na Rádio Perifa, a idéia é mostrar a verdadeira cara do rap. Sobre a mídia burguesa que ainda trata o rap como coisa de bandido, Borracha e Magrão disparam o verbo: “se ser bandido é lutar pelo povo e família e pelo direito de viver com dignidade e acima de tudo igualdade, então vocês podem nos considerar os maiores bandidos de Santa Maria”.

No Fórum Social Mundial, que ocorreu recentemente em Belém, o governo Lula prometeu a realização de uma Conferência Nacional de Comunicação. Já estava mais do que na hora. É preciso construir uma outra política de comunicação que garanta espaço para as rádios comunitárias. Hoje em dia, elas são muito perseguidas e tratadas como criminosas.
